A EGP Energy

Cada dia que passa, está sendo mais importante entender como funciona a energia solar, para poder fugir dos altos reajustes e tarifas da conta de luz, que está cada vez ficando mais cara e não há previsão de mudança.

Desde 2012 é possível gerar a própria energia elétrica graças à resolução 482 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) que regularizou a micro e minigeração distribuída no Brasil, o sistema funciona em forma de compensação de energia, permitindo o consumidor instalar pequenos geradores em sua residência, comércio ou indústria e trocar energia com a distribuidora local. Para maiores informações sobre a Resolução 482 baixe o Caderno Temático publicado pela ANEEL.

Veja a cartilha por dentro da conta de luz para entender
mais sobre o sistema elétrico nacional.

Tire suas dúvidas

É a eletricidade gerada a partir da luz do sol. Para tanto, é necessário possuir painéis fotovoltaicos, compostos de materiais semicondutores (o principal é o silício). Estes semicondutores também são chamados de “células solares”. Ao receber raios solares, os painéis de semicondutores convertem a energia dos fótons em energia dos elétrons do material, em um efeito conhecido como fotoelétrico. O movimento dos elétrons é o que gera corrente elétrica.

A energia solar Fotovoltaica é a eletricidade gerada a partir da luz do sol. Diferentemente dos coletores de energia solar térmica (cuja única função é aquecer a água através da captação do calor do sol), os painéis fotovoltaicos promovem uma transformação da luz solar em energia elétrica, cujo resultado é comprovadamente aplicável a todas as utilidades da energia elétrica convencional.

Os painéis de energia solar Fotovoltaica são compostos por materiais semicondutores (sendo o silício cristalino o mais utilizado), cujos elétrons interagem com a radiação solar. O movimento destes elétrons produz uma corrente elétrica. Tal processo não deixa nenhum tipo de resíduo, por isso a energia Fotovoltaica é considerada limpa ou ecológica e silenciosa, já que não envolve nenhum movimento mecânico.

A palavra fotovoltaica significa energia dos raios solares. “Foto” vem de “photo”, derivada da palavra grega “phos”, que significa luz. “Volt” é uma unidade de medida batizada em homenagem a Alessandro Volta (1745-1827), pioneiro nos estudos sobre eletricidade.

Existem, basicamente, dois usos dos raios solares como fonte de energia: o térmico e o elétrico. O primeiro pode ser feito de forma passiva, através de técnicas modernas de arquitetura e construção que permitem maior iluminação natural aos ambientes, ou com o auxílio de coletores ou concentradores solares – nestes casos, porém, a função da energia gerada é basicamente aquecer a água.

Já a conversão da energia solar em elétrica pode ocorrer por processo termoelétrico ou fotoelétrico. O termoelétrico é conseguido através da junção de dois materiais semicondutores que, quando aquecidos pelo sol, provocam uma diferença de potencial entre as extremidades, gerando corrente elétrica; mas seu rendimento é baixo e o custo do material, muito elevado, o que inviabiliza o uso comercial. O processo fotoelétrico, por sua vez, converte os fótons contidos na luz solar em energia elétrica, através do uso dos painéis fotovoltaicos, formados por células solares.

À parte do investimento inicial, com compra e instalação do equipamento, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico não tem outros custos, dado que os painéis demandam pouca manutenção. Com a evolução tecnológica, o prazo de retorno deste investimento inicial está cada vez menor.

Além disso, tal energia é autossuficiente e, portanto, mais segura em termos de abastecimento, principalmente para os consumidores corporativos, para quem a falta de energia pode significar perdas de produção. A energia fotovoltaica também é a solução mais barata para a eletrificação de grandes propriedades rurais formadas por sistemas elétricos dispersos. Outro uso bastante viável, principalmente para a iniciativa pública, é a eletrificação de comunidades remotas.

A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização, enquanto o silício, principal semicondutor utilizado nos painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento mais encontrado na superfície terrestre. Ou seja: é uma solução energética sustentável.

A energia solar Fotovoltaica é uma excelente solução para levar energia elétrica a famílias e pequenos produtores que vivem em áreas remotas. Instalar uma microusina autossuficiente em cada telhado de localidades afastadas dos grandes centros urbanos, como a região amazônica, por exemplo, sai mais econômico do que montar redes elétricas.

Atualmente, o custo para se montar um sistema fotovoltaico é maior que o de um convencional. Mesmo assim, é um investimento que se paga no médio prazo, já que não há conta mensal de luz. Além disso, a durabilidade dos materiais (de 15 a 30 anos) vale o investimento. Outra boa notícia é que, com o desenvolvimento e a disseminação da tecnologia, os custos têm caído ano a ano.

A energia elétrica Fotovoltaica tem as mesmas utilidades da energia proveniente dos sistemas convencionais. Sendo assim, ela atende tanto a usuários domésticos quanto empresariais, governamentais ou agrícolas. Com a instalação dos painéis de energia solar Fotovoltaica , cada propriedade se transforma em uma micro usina de geração de energia – ou seja: o usuário deixa de ser apenas consumidor e passa a ser um autoprodutor de energia elétrica.

A energia solar Fotovoltaica pode ser aplicada tanto em áreas remotas como em edificações integradas à rede convencional de energia elétrica, inclusive como complementação desta. Sendo assim, o sistema fotovoltáico pode ser a única fonte de energia num edifício ou abastecer, por exemplo, apenas seu sistema de segurança.

Outros usos comuns:
  • câmeras e radares em auto estradas
  • irrigação e bombeamento de água
  • iluminação pública
  • embarcações
  • telecomunicações etc.

Para maior eficiência do sistema, os painéis fotovoltaicos devem ser instalados em posição e altura determinadas de acordo com a localização da construção. Além disso, é necessário calcular a quantidade de energia demandada e a radiação solar recebida a fim de definir o modelo e o tamanho dos painéis. A instalação requer, ainda, inversores (para transformar a corrente elétrica direta em alternada) e baterias (no caso dos sistemas off-grid, em que é preciso armazenar a energia gerada ao longo do dia).

Sim, a energia solar fotovoltaica tem os mesmos usos que a energia elétrica convencional. No entanto, é necessário um projeto de instalação de painéis condizente com a demanda e a finalidade de consumo.

No sistema fotovoltaico, a energia elétrica não é gerada a partir de movimentos mecânicos. É a interação entre o silício cristalino e a luz solar que gera a liberação de elétrons para a corrente elétrica, e este processo é silencioso.

Não. Por isto, a energia solar fotovoltaica é considerada uma energia limpa.

A eficiência do sistema solar fotovoltaico depende, sim, da quantidade de luz recebida. Porém, mesmo em dias nublados há radiação mais do que suficiente para a geração de energia. Além disso, em localidades com condições climáticas piores, o sistema pode ser potencializado aumentando-se a superfície de contato (com painéis fotovoltaicos maiores). No Brasil, todas as regiões apresentam ótimas condições climáticas.

Como a energia produzida durante o dia fica armazenada em baterias, o abastecimento de energia é garantido também durante a noite.

O silício, principal matéria-prima utilizada na fabricação de painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento químico mais abundante na Terra, atrás somente do oxigênio.

O sistema solar fotovoltaico chamado off-grid é aquele que não está conectado à rede elétrica convencional. Pode abastecer locais remotos, como propriedades rurais e embarcações, e equipamentos isolados, como radares de autoestradas. Atualmente, é o mais utilizado no Brasil.

Já o on-grid é o sistema solar fotovoltaico conectado à rede elétrica. Ele pode abastecer edificações completas ou apenas algumas de suas instalações – por exemplo, câmeras domésticas de segurança. Em muitos países onde o sistema on-grid é amplamente utilizado, como Alemanha e Espanha, é possível que o proprietário venda o excedente da eletricidade produzida por seu sistema fotovoltaico para a concessionária de energia, o que gera ainda mais economia.

No Brasil, o potencial de energia fotovoltaica é imenso, dados seus altos índices de radiação solar. Atualmente, os governos e as concessionárias de serviços públicos são os principais investidores, utilizando painéis fotovoltaicos em sinalização e fiscalização rodoviárias, iluminação pública, telecomunicações e outros. O projeto federal Luz Para Todos, que visa levar energia elétrica para comunidades isoladas e carentes, também faz amplo uso da energia fotovoltaica.

No entanto, os sistemas fotovoltaicos on-grid ainda são uma grande novidade. Os dois principais obstáculos têm sido o custo de compra e instalação dos painéis e a falta de uma política oficial de subsídios. O primeiro já está sendo ultrapassado graças ao avanço da tecnologia, que tem reduzido o custo e aumentado a eficiência dos painéis fotovoltaicos. Já o segundo depende da vontade política dos governantes e da conscientização da sociedade, o principal fator de pressão junto ao poder público.

As perspectivas do setor no Brasil, porém, são otimistas, e espera-se que em breve o país conte com legislação que defina incentivos à instalação de sistemas fotovoltaicos residenciais e comerciais, assim como à venda de energia fotovoltaica à rede elétrica por parte dos usuários.

Fontes: Suntech Power, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Universidade Federal de Santa Catarina.

Blog EGP

EGP Energy expõe na Expoagas 2019

Apresentar os benefícios de um sistema de energia solar para o setor de supermercados - tanto de grande quanto de pequeno portes - é um dos objetivos da EGP Energy, de São Leopoldo, ao participar da Expoagas 2019. A feira, que ocorre simultaneamente à 38ª Convenção Gaúcha de Supermercados, é o maior evento da área no Cone Sul e ocorre entre os dias 20 e 22 de agosto no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre (RS). O encontro é promovido anualmente pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). O estande 173 está localizada no Pavilhão Azul. Adriane Menezes, diretora administrativa da EGP Energy, aponta que a empresa é fornecedora de soluções em energia solar para um grande número de clientes do setor de supermercados, daí a decisão em investir no evento. Segundo ela, a segurança dos sistemas e o retorno do investimento, que inicia imediatamente após a sua instalação, faz com que este segmento se torne estratégico no plano de crescimento da EGP. Na lista de clientes estão os supermercados Ziller e Karolina, ambos de São Leopoldo, o Bar do Beto, de Porto Alegre, e Posto de Combustíveis Ello, de São Leopoldo. O diferencial da EGP é a oferta de soluções completas e executadas por equipes próprias para todas as etapas do projeto, desde a avaliação da capacidade energética, contatos com as distribuidoras e garantia de manutenção. “O cliente tem a segurança de receber a obra concluída em 100% dos processos”, ressalta. Para facilitar o acesso ao financiamento de eficiência energética, a EGP mantém parcerias com o sistema bancário, como a cooperativa Sicredi, Grupo Financeiro Tribanco, dentre outros, que disponibilizam linhas especiais para o desenvolvimento de programas voltados à sustentabilidade. Sobre a EGP Energy - A EGP Energy está localizada em São Leopoldo, junto à BR 116. Fundada em janeiro de 2016, é especializada em soluções para otimizar a eficiência energética tanto de empresas quanto de pessoas físicas. Utiliza placas fotovoltaicas e inversores de alta performance e realiza para o cliente tanto o projeto como a instalação completa da usina de energia. Os projetos idealizados e instalados pela empresa têm garantia de um ano, os inversores cinco anos, enquanto os módulos solares têm dez anos de proteção contra defeitos de fabricação, além de o fabricante garantir produção por um período mínimo de 25 anos. “Nosso foco é o mercado de energia renovável com o propósito de levar soluções eficientes e lucrativas para todos os segmentos, sejam particulares ou corporativos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do planeta”, destaca a diretora Adriane Menezes. Os resultados e eficiência são comprovados por Institutos de estudos e pesquisas, normas técnicas e concessionárias de energia elétrica. Mais informações: Elizabeth Renz - (51) 981846227 | imprensa@senhacomunica.com.br | www.senhacomunica.com.br | www.egpenergy.com.br

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